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Archive for novembro \23\UTC 2010

A Mente dos Grandes Cientistas

novembro 23, 2010 2 comentários

Marcelo Gleiser

“A ciência é ensinada de uma maneira tão chata que é um milagre as pessoas desejarem ser cientistas”

“As pessoas se sentem ameaçadas pela ciência, achando que ela vai ‘matar’ os deuses. É essa distorção que os cientistas devem combater, e não a fé. A ciência não quer roubar Deus de ninguém.”

Carl Sagan (1934-1996)

“Somos todos feitos do mesmo pó de estrelas.”

“Se não existe vida fora da Terra, o universo é um grande desperdício de espaço.”

Albert Einstein (1879-1955)

“A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo.”

“É espantosamente óbvio que nossa tecnologia excede nossa humanidade.”

Richard Feynman (1918-1988)

“Se você acha que entende mecânica quântica, você não entende mecânica quântica.”

“Poetas dizem que a ciência tira a beleza das estrelas – apenas globos de átomos gasosos. Nada é ‘apenas’. Eu também posso ver estrelas numa noite deserta, e sentí-las. Mas eu vejo menos ou mais?”

Charles Darwin (1809-1882)

“O homem ainda traz em sua estrutura fisica a marca indelével de sua origem primitiva.”

James Watson

“Só serei feliz quando descobrirmos uma cura para o câncer”

Richard Dawkins

“Tenhamos as cabeças abertas, mas não tão abertas ao ponto de nossos cérebros se desprenderem delas”

“O que realmente me preocupa, é que a deturpação da linguagem científica traz à tona sistemas de crença totalmente não científicos.”

Osvaldo Cruz (1872-1917)

“Corte-se até a verba para a alimentação. Mas não se sacrifique a Biblioteca”

Niels Bohr (1885-1962)

“Toda sentença que eu digo deve ser entendida não como uma afirmação, mas como um pergunta.”

Leonardo da Vinci (1452-1519)

“Quem não castiga o mal, ordena que ele se faça.”

Johannes Kepler (1571-1630)

“Tão logo alguém descubra a arte de voar, não faltarão humanos vivendo na Lua e em Júpiter.”

Galileu Galilei (1564-1642)

“Não se pode ensinar alguma coisa a alguém, pode-se apenas auxiliar a descobrir por si mesmo.”

“Não me sinto obrigado a acreditar que o mesmo Deus que nos dotou de sentidos, razão e intelecto, pretenda que não os utilizemos.”

Isaac Newton (1643-1727)

“Construímos muros demais e pontes de menos.”

“Nenhuma grande descoberta foi feita jamais sem um palpite ousado.”

“Se vi mais longe foi por estar de pé sobre ombros de gigantes.”

Edwin Hubble (1889-1953)

“Equipado com seus cinco sentidos, o homem explora o universo que o cerca e chama essa aventura de Ciência.”

Recomendado: Qual a situação da Educação Científica no Brasil

Veja também A Mente dos Grandes Filósofos.

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Categorias:ciência

Livros que Li: A Bússola de Ouro (Trilogia Fronteiras do Universo)

novembro 17, 2010 2 comentários

Acho que muita gente já ouviu falar pelo menos do primeiro livro da série, A Bússola de Ouro, infelizmente por ter resultado num equivocado filme (pelo que li de alguns críticos) estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig (o novo 007). O que vou falar aqui é exclusivamente sobre os livros.

A série, chamada “His Dark Materials” em inglês, conta com os livros: A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar (Northern Lights, The Subtle Knife e The Amber Spyglass no original). O autor, o inglês Phillip Pullman, usou de uma fantástica imaginação e criou uma história complexa, rica em detalhes, com vários fragmentos que, não parece, mas são unidos e farão total sentido no final.

No primeiro livro, A Bússola de Ouro, conhecemos uma protagonista orfã de apenas 12 anos, Lyra, que é mestre em inventar histórias, no melhor estilo malandro que os brasileiros conhecem e, de repente, se vê no meio de uma complicada e misteriosa trama onde estão envolvidos os maiores poderes do mundo em que vive. A personagem é muito bem construída e complexa e conquista o leitor, através da leitura ela transpassa suas descobertas, medos, dúvidas, alegrias e tristezas.

Esse mundo que ela habita não é o que conhecemos, Pullman demonstra toda sua habilidade como narrador e cria um ambiente fantástico e ricamente detalhado sem ser redundante e excessivamente descritivo. É uma espécie de universo paralelo meio com clima vanguardista, muito parecido com o nosso, como se o planeta fosse o mesmo, até mesmo com alguns nomes de cidades iguais, como Oxford. A diferença reside principalmente nas questões tecnológicas e políticas: em vez de aviões e carros temos Zeppelins e carroças. Apesar desse aparente atraso tecnológico a trama revela o domínio da física quântica por alguns membros do chamado Magisterium e é aí que reside a polêmica desse primeiro livro que conquistou o Guardian Children’s Fiction Prize e o Carnegie Prize. Essa entidade é a igreja do mundo de Lyra e ela domina a política e é responsável pelas maiores atrocidades do livro: o rapto de crianças e a destruição de sua “alma” (que aparece no livro mais no sentido de consciência). Apesar desse ataque por parte de algumas religiões à história eu penso, realmente, que é uma bobagem. Fica claro que se trata de outra história e praticamente nada tem em comum com as religiões do mundo real.

Essa alma é outra palavra-chave em “A Bússola de Ouro”. Na história todas pessoas possuem a alma (chamada de daemon) exteriorizada ao corpo e materializada na forma de um animal que sempre a acompanha. Esse animal varia de um indivíduo para outro (podendo ser cachorro, gato, macaco etc.) de acordo com sua consciência e, assim sendo, é possível que se tenha uma ideia da personalidade da pessoa a partir do tipo de animal que é seu daemon. Essa invenção é outra excelente sacada do autor, que nos apresenta um Pantalaimon, o daemon de Lyra, tão formidável e carismático quanto ela. De resto eu nada vou revelar para não entregar a história (ainda mais).

No primeiro volume da série Pullman cria uma história fantástica, mas ainda é uma parte muito pequena dela, e a mais simples. Pode parecer meio boba e um pouco infantil no começo, mas recomendo a leitura e a persistência (não é NADA difícil persistir) para o seguimento dos outros dois livros, que são ainda melhores que esse. Eu vejo esta primeira parte mais como uma introdução da história e como uma ambientação ao universo magnífico criado. No decorrer da série o leitor se verá envolto num cenário ainda mais fantástico e imerso em um clima no qual não desejará parar de virar as páginas e acordar.

Fica a dica e a indicação. Em postagens futuras falarei dos próximos volumes.

Leia sobre o Volume 2: A Faca Sutil.

Leia sobre o Volume 3: A Luneta Âmbar.

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Daguerreótipo – As imagens de outrora

novembro 8, 2010 Deixe um comentário

O Daguerreótipo, inventado por Louis Daguerre, em 1837, é um processo fotográfico primitivo que usava uma lâmina de prata na qual era aplicada o iodo, formando iodeto de prata que se transformava em prata metálica numa quantidade proporcional à quantidade de luz que a atingia. Depois as imagens eram reveladas com vapor de mercúrio. Diferente da fotografia atual, o que se formava não era uma imagem negativa, mas sim positiva, e ricamente detalhada.

Essa tecnologia permaneceu pouco tempo em voga devido principalmente ao surgimento de novos processos que eram capazes de gerar cópias das imagens à partir de apenas uma  captura e com tempo de exposição menor. De qualquer maneira, imagens famosas foram obtidas através deste processo, como podemos ver abaixo, o primeiro Daguerreótipo, Allan Poe (em seu mais famoso retrato), D. Pedro II, Abraham Lincoln e Boulevard du Temple.

Primeiro Daguerreótipo que se tem conhecimento, feito pelo seu inventor, Louis Daguerre, em 1837.

Allan Poe – 1848

 

Abraham Lincoln – 1846

 

D. Pedro II – 1855

Boulevard du Temple – Paris, 1838

O Daguerreótipo

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Categorias:ciência, Tecnologia