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Archive for the ‘Cinema’ Category

Ding Dong, the wicked Osama is Dead!

Pois é, Osama morreu. Os norte-americanos saíram à rua comemorar o feito do governo, do exército a morte de um inimigo. Essa comemoração me lembra bastante a cena em que é cantanda “The Wicked Witch is Dead” na Munchkins Parade em Wizard of Oz, após Dorothy acidentalmente matar a bruxa má (Obama é a bruxa boa):

No link http://www.popmodal.com/video/700/The-Wizard-of-Oz-the-munchkins-parade

E aqui o discurso resumido de Obama sobre a morte de Bin Laden:

Vi no Kibe Loco.

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Charlie Chaplin

fevereiro 1, 2011 Deixe um comentário

Charlie Chaplin foi uma grande personalidade, de um paupérrimo menino em Londres, conquistou o público de cinema do mundo inteiro, com seus filmes mudos originais, brilhantes, engraçados, emocionantes.

Ele era não apenas o ator de seus filmes, mas também o produtor, diretor, roteirista e até compositor das músicas. Ele fez isso em quase todos de seus 81 filmes. Realmente um dos gênios do século passado.

Para conhecer a história dele eu recomendo sua cinebiografia, chamada simplesmente “Chaplin”, de 1992, com Robert Downey Jr.

Abaixo, o vídeo de Chaplin recebendo o Oscar Honarário pelo conjunto da obra, em 1972, com 83 anos, sendo ovacionado por Hollywood, se emocionando e emocionando a todos.

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Diferenças nos Títulos dos Filmes EUA-Brasil-Portugal

janeiro 15, 2011 1 comentário

Sabemos que há alterações nos nomes dos filmes quando eles vêm dos Estados Unidos para cá, algumas vezes porque possui um termo que é intraduzível. Mas na grande maioria das vezes algumas “versões” são totalmente desnecessárias, piorando bastante o nome do filme. Em portugal há alguns títulos realmente hilários.

Curtindo a Vida Adoidado (1986)

Para mim, esse é o melhor exemplo. Primeiro nenhum tem nada a ver com o outro, mas o título português é o mais hilário… O Rei dos Gazeteiros, não tem como não rir.

E o que podemos dizer deste aqui:

Lembrando o enredo do filme… Empregados da FedEx sofrem um acidente de avião, que cai e apenas o personagem de Tom Hanks sobrevive, ficando isolado numa ilha… Se existe um náufrago, ele está bem escondido na ilha…

E um título trágico aqui no Brasil (como se fosse um filme dos anos 70) e que fica engraçado pra gente o português:

Confira mais no slide show abaixo:

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Os títulos:

Internacional Brasil Portugal
What Dreams May Come Amor Além da Vida Além do Horizonte
Cast Away Náufrago O Náufrago
The Sound of Music A Noviça Rebelde Música no Coração
The Tuxedo O Terno de Dois Bilhões de Dólares
Giant Assim caminha a humanidade O gigante
Ferris Bueller’s Day Off Curtindo a Vida Adoidado O Rei dos Gazeteiros
The Godfather O Poderoso Chefão O Padrinho
Rebel Without a Cause Juventude transviada Fúria de viver
The Green Mile À Espera de um Milagre
Terminator Exterminador do Futuro Exterminador Implacável
Die Hard Duro de Matar Assalto ao arranha-céus
Die Hard 2 Duro de matar 2 Assalto ao Aeroporto
My Girl Meu Primeiro Amor O Meu Primeiro Beijo
West Side Story Amor, Sublime Amor West Side Story – Amor Sem Barreiras
Wedding Crashers Penetras Bons de Bico Os Fura Casamentos
Ocean’s Eleven Onze homens e um segredo Façam as vossas apostas
Ocean’s Twelve Doze homens e outro segredo Ocean’s 12
Ocean’s Thirteen Treze homens e um novo segredo Ocean’s 13

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Conteúdo de World Evolution

dezembro 8, 2009 Deixe um comentário

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O que é verdade em “Uma Mente Brilhante”?

agosto 8, 2009 24 comentários

O filme “Uma Mente Brilhante” (A Beautiful Mind, 2001), estrelado por Russell Crowe e dirigido pelo ex-ator Ron Howard, foi sucesso mundial, vencedor do Oscar® de melhor filme. O filme narra a história de John Forbes Nash, um gênio matemático que, aos 21 anos de idade, desenvolveu a teoria dos jogos não-cooperativos, de onde surgiu o termo “Equilíbrio de Nash”, ganhando o Nobel de Economia por esse trabalho.

Eu disse “narra a história”, mas a verdade não é bem essa. O filme, admito, é excelente e muito inteligente, faz com que o espectador prenda a atenção na tela, se surpreenda, se emocione… em suma, faz com que o espectador compre a história e fique torcendo pelo protagonista. Há cenas interessantíssimas no filme, como a cena do bar em que Nash tem a idéia para seu trabalho, o pedido de casamento, a descoberta da esquizofrenia, a maneira com que Nash consegue “domar” a doença, sem falar na surpresa que temos ao descobrir que certos fatos da vida do matemático só existiam em sua mente, brilhante mas doente. É formidável como a competente atuação de Russell Crowe é capaz de tornar o filme sublimemente cativante. E não só sua atuação tem parte nesse sucesso, o roteiro também tem papel decisivo.

Acontece que o roteiro não relata a vida de John Nash. A única verdade na história contada por Hollywood é que Nash realmente foi laureado com o Nobel de Economia pelo artigo dos jogos e foi atingido pela esquizofrenia. De resto, toda a história é fantasia hollywoodiana pura. Uma linda fantasia, é claro.

Baseado no livro homônimo de Sylvia Nasar foi roteirizado por Akiva Goldsman, responsável pelos roteiros dos filmes Batman Eternamente, O Cliente, O Código da Vinci, Eu Sou a Lenda, entre outros. O que Akiva faz é criar outra história, totalmente diferente da relatada no livro, a tal ponto de nem podermos dizer que as histórias se tratam da mesma pessoa.

Às omissões:

John Nash era bissexual, teve vários casos com homens, sendo que foi preso certa vez por ter relações com outro homem em banheiro público, o filme não faz sequer menção a isso.

Ele teve também um filho com outra mulher antes de conhecer sua esposa e, apesar de ter escolhido o nome de John ao filho, negou a paternidade e se recusou a dar qualquer ajuda à mulher (seja financeira ou não) apesar de ter perfeitas condições de fazê-lo. A situação foi tão absurda que Nash, para não gastar nenhum centavo, obrigou a mulher a “adotar” o filho a outras famílias, visto que ela não tinha condições de criá-lo sozinha. O pequeno John viajava a diferentes lugares dos Estados Unidos para morar com famílias diferentes.

Ao mesmo tempo em que Nash tinha relacionamento com sua futura esposa, ele também mantinha uma relação conturbada com a mãe de seu filho e com um homem. Sendo que essas pessoas sempre se viam, vez por outra, humilhadas pelo próprio Nash, que as chamava de burras, estúpidas, incompetentes, em público, sem o menor pudor.

Outro fato importante que o filme deixou de fora, foi que Alicia, sua esposa, se separou de Nash em meio à sua época de devaneios da esquizofrenia e só se reconciliou com ele depois do Nobel.

Nash também tentou, em sua loucura, por diversas e insistentes vezes, se tornar apátrida, negando sua nacionalidade estadunidense.

Às diferenças

Nash não via pessoas que não estavam lá. Seu delírio não era dessa maneira. As pessoas que aparecem na trama que depois o matemático descobre que nunca existiram nunca fizeram parte da história verdade de John Nash, elas foram completamente inventadas pela roteirista. Nash não pensava que trabalhava para o governo para evitar ataques da União Soviética e não participou de um acidente de carro achando que estava sendo perseguido.

Seu quadro de esquizofrenia era mais grave do que o relatado no filme. Na verdade, ele acreditava que era uma pessoa escolhida pelos alienígenas para fundar um governo mundial, sendo que mandava cartas a líderes mundiais com recortes de jornais e revistas. Em certa ocasião, negou o cargo de professor na Universidade de Chicago, explicando que seria Imperador da Antárdida. Em outra ocasião, fez intromissões em uma palestra, afirmando que era a foto dele que aparecia na revista Life, e não a do papa João XXIII, e “provou” dizendo que João não era o verdadeiro nome do papa, mas o dele sim, e que 23 era seu número primo favorito.

Ele também foi internado diversas vezes, em clínicas públicas e particulares. Depois da primeira vez ele teve uma boa melhora e conseguiu escrever um respeitável artigo, mas parou de tomar o remédio e teve várias recaídas. Ao contrário do que aparece no filme, Nash não recebeu eletrochoque, mas fez, sim, em sua primeira internação, um tratamento de choque por insulina, que é bem diferente.

Não houve também o pedido de casamento, relatado no livro por Alicia como que se fosse de “comum acordo”. Não houve aliança. Nash era tão sovina que dividiu o valor da aliança de casamento. Nash era também muito mais desagradável do que o filme relata, muito mais presunçoso.

Essas são as diferenças mais marcantes na história de John Nash. Eu me pergunto, por que inventar tanto na história? Tudo bem, o filme é bom, ótimo, mas não poderiam ter usado a mesma história num personagem fictício? Pra que relacionar essa história a uma pessoa que não a viveu?

Resolvi postar isso aqui porque é difícil achar na internet um texto que mostre essas brutais diferenças. E para recomendar a leitura da fascinante e real vida de John Nash.

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